Toda a gente já tem ChatGPT. Ninguém tem quem o ponha a trabalhar.

Foi esse o vazio que fez nascer a agnexus. Continua a ser a única coisa que vendemos.

Vista dos telhados do Porto a partir de uma janela alta, com o Douro ao fundo.
Trabalhamos a partir do Porto, para empresas portuguesas de dez a oitenta pessoas — na maior parte, empresas parecidas com as que se veem desta janela.

EM PRODUÇÃO DESDE JUNHO DE 2026PORTO, PORTUGALUM PROCESSO DE CADA VEZ

O problema nunca foi a ferramenta.

Quase toda a PME portuguesa já tem ChatGPT aberto no browser, Copilot na licença da Microsoft, às vezes os dois. As ferramentas são boas e não é nisso que a conversa se decide.

O que falta é outra coisa: alguém que escreva as regras da casa e ligue os sistemas uns aos outros. Alguém que mantenha tudo quando o processo muda, e que repare que uma tarefa falhou em silêncio na terça-feira. Numa empresa de quinze ou quarenta pessoas sem informática interna, essa pessoa não existe, e não vai ser contratada. É por isso que o Copilot está na licença e o relatório continua a sair à mão.

A agnexus ocupa esse lugar. Não somos um assistente melhor: somos a função que faz um assistente valer alguma coisa.

Começa sempre por uma mesa.

Não instalamos nada e dizemos "usem". Entramos por um processo concreto. Aquele em que uma a três pessoas são o gargalo, o volume é grande, a cadência é regular e o resultado importa para o cliente final.

Sentamo-nos, mapeamos como esse trabalho é de facto feito, escrevemos as primeiras competências e ligamos as ferramentas que a empresa já usa. Em duas semanas está a correr com dados reais. Sem essa parte, é mais uma ferramenta que ninguém abre.

E fica escrito.

As competências são o conhecimento e os procedimentos da empresa postos por escrito: quem são os clientes, que tom se usa com cada um, qual é o formato do relatório mensal, o que nunca se faz.

Escrevê-las e mantê-las é a parte sem glamour nenhum, e é exactamente a razão pela qual isto funciona onde uma licença de vinte euros por pessoa não funciona. Não é tarefa do cliente. É o que ele está a comprar.

E é dele. Se um dia sair, leva-as — voltam a ser instruções que a equipa segue à mão.

Somos pequenos. É essa a razão de existir.

Dizemos isto de frente porque não é um defeito a esconder. Uma plataforma global não se senta duas semanas com quinze pessoas a perceber como elas trabalham — vende-lhes uma caixa de ferramentas e segue para a empresa seguinte. Ser pequeno é o que torna possível a parte que interessa.

Também tem custos, e é melhor tê-los à frente do que descobri-los ao terceiro mês. Se te preocupa o que acontece se um dia não estivermos cá, pergunta-nos isso na primeira conversa. Temos resposta — e não é "somos muitos".

Quem está do outro lado.

Pedro Fonseca. Engenharia Informática no Porto, com especialização em inteligência artificial. A tese foi um sistema que usa modelos de linguagem para gerar testes de software, construída e validada com programadores da Critical Techworks, do grupo BMW. A tese deu origem a um artigo na ASE, a conferência internacional de referência em engenharia de software automatizada, apresentado na Coreia do Sul.

Antes da agnexus houve dois anos a construir ferramentas de IA e automação à medida para empresas pequenas. A observação apareceu sempre da mesma maneira: o sistema ficava a funcionar, o cliente ficava contente, e passados uns meses ninguém lá dentro o tinha mantido. O processo tinha mudado e não havia quem mexesse nas regras.

Não era um problema de modelo de linguagem. Era a falta de uma função. A agnexus é a tentativa de vender essa função, em vez de vender mais uma ferramenta.

É com ele que falas na primeira conversa, é ele que se senta na mesa do discovery, e é ele que continua do outro lado depois. Trinta minutos, por vídeo.

  1. 2026agnexusPrimeiro cliente em produção desde junho.
  2. 2025Artigo na ASE 2025, Coreia do SulA conferência internacional de referência em engenharia de software automatizada. Artigo sobre gerar testes com modelos de linguagem, apresentado no industry track.
  3. 2025UnternehmerTUM, MuniqueO maior centro de empreendedorismo da Europa. Três meses a construir um produto de raiz, de entrevistas a utilizadores até apresentar a investidores.
  4. 2025Critical Techworks, grupo BMWSistema de IA para gerar testes de aceitação, construído e validado com os programadores da casa.
  5. 2023 · 2024IA à medida para empresas pequenasAssistentes, automações e integrações, como freelancer. É daqui que vem a agnexus.
  6. 2023ARMIS GroupSistema de IA para classificação automática de transações bancárias.
  7. 2020 · 2025Engenharia Informática, FEUPEspecialização em inteligência artificial e engenharia de software. Semestre de mobilidade no Politecnico di Milano.