Um número por mês. Não muda quando contratas alguém.
Não compras lugares nem mensagens. Compras um pacote com mais contas do que as pessoas que tens hoje.
O pacote
A mensalidade. O número sai do tamanho da tua equipa e do volume que ela produz.
Marcar conversaO discovery
A entrada. Mapeamos o processo e ligamos as ferramentas. Em duas semanas está a correr com os teus dados.
Falar do teu processoVALORES SEM IVA · NÃO HÁ ESCALÕES · O NÚMERO SAI DO TAMANHO DA EQUIPA E DO TRABALHO QUE SAI POR MÊSSEM CONTADOR DE MENSAGENS E SEM FATURA VARIÁVELCONTRATO ANUAL, PAGO AO MÊS, POR TRANSFERÊNCIA
Três coisas mexem no número.
Nenhuma delas é a que escolhes de uma lista.
O tamanho da equipaUMA CONTA POR PESSOA, COM FOLGA
Uma conta é uma pessoa da tua empresa com acesso à agnexus, e o número base sai daí. Não há escalões para escolher: dizes quantos são, nós vendemos contas a mais de propósito, e o preço é o que é.
Se contratares alguém a meio do ano, dás-lhe acesso e não pagas nada a mais nesse mês. A agência do caso começou em 600 € porque tem quatro pessoas — não porque tenha escolhido um plano.
O trabalho que saiPEÇAS E ROTINAS POR MÊS
Cada relatório, cada análise, cada corrida de uma rotina consome capacidade real do nosso lado, e o pacote traz essa capacidade incluída. Por isso o volume também mexe no preço: duas empresas do mesmo tamanho pagam valores diferentes se uma produzir o triplo da outra.
Se passares num mês, não há fatura variável nem corte de serviço — absorvemos. Se passar a ser todos os meses, ajustamos o pacote e mostramos-te a conta que nos levou lá.
O discovery1.000 – 5.000 €, UMA VEZ · SEM IVA
A entrada varia com quantos processos se mapeiam à cabeça e com quantas ferramentas é preciso ligar. Um processo com ferramentas correntes — email, ficheiros, calendário — fica no piso do intervalo.
O que empurra para cima é ligar um sistema que mais ninguém integra: um Primavera, um Infraspeak, um feed vosso. Isso é desenvolvimento, e sai fechado na proposta antes de se começar.
Diz-nos o teu caso. O número sai daí.
Quatro coisas que já sabes de cor. A calculadora devolve o pacote que isso pede e o que ele põe de volta na equipa. Arranca nos números reais da agência do caso.
OS NÚMEROS REAIS DE UMA AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO PORTUGUESA
Horas devolvidas todos os meses
92 hCada hora devolvida sai a 6,55 €. A tua custa 14,50 €.
Como é que estas contas são feitas
De onde vêm os números de partida. Uma agência de comunicação portuguesa com quatro pessoas, em produção desde junho, a pagar 600 € por mês. Saem-lhe cerca de cem peças por mês — comunicados, pitches a jornalistas, planos de comunicação, Q&A, relatórios de cobertura. Os 55 minutos são a média de todas elas: a maior parte levava três quartos de hora, mas o relatório mensal de cobertura em Excel levava sozinho dois dias de trabalho, e essa carga está diluída na média.
Porque é que o pacote sobe com o volume. Cada peça consome capacidade real do nosso lado, e essa capacidade é a maior parcela do nosso custo. Um pacote pequeno não aguenta o volume de uma empresa que produz quatro vezes mais, e vender-lho seria vender-lhe um mês que acaba a meio. Por isso a calculadora sobe o pacote quando o volume o obriga, em vez de fingir que 600 € chegam para tudo — o número que vês é o mais baixo que aguenta o que descreveste.
Porque é que a hora está a 14,50 €. É o custo à empresa de um júnior a 1.500 € com encargos, dividido por um mês de trabalho. Usámos o mais barato de propósito: se o trabalho fosse de um sénior — e boa parte é — o número seria bastante maior, e o retorno também. O campo está aberto para pores o teu.
O que a conta não inclui. Tudo o que ninguém pediu e chegou na mesma: o relatório de oportunidades que não existia, os temas sugeridos, os jornalistas identificados. Essas horas não estavam a ser gastas, portanto não há nada para poupar — e é a parte que o dono da agência diz valorizar mais.
O que isto não é. Não é uma proposta nem um compromisso contratual. É a aritmética de um caso com os pressupostos à vista, e o valor a sério fecha-se depois do discovery.
Não fazemos meios pacotes.
Não há módulos, não há extras a desbloquear e não há créditos a esgotar a meio do mês. Muda o tamanho, não muda o que lá está dentro.
- As conversas de trabalhoSem contagem. Ninguém na tua equipa tem de poupar perguntas.
- As rotinas a correrO briefing sai às oito, tenhas tu pedido ou não.
- As competências escritas e mantidasSomos nós que as escrevemos. Quando o processo muda, actualizamos.
- As ligações às tuas ferramentasAs que já usas todos os dias — e as que as plataformas grandes não ligam.
- Os ficheiros prontos a usarWord, Excel, PDF, apresentações, no formato do teu cliente.
- Acompanhamento com quem montaNão é um balcão de suporte nem um chat de primeira linha.
Fora do pacote fica o discovery, que se paga à entrada, e as licenças que já tens — Microsoft 365, o CRM, o ERP. Não pedimos que troques nada disso.
As perguntas que aparecem sempre.
Porque é que não há um plano de 20 € por pessoa?
Porque não é o mesmo produto. Um plano de 20 € dá-te uma ferramenta e pressupõe que alguém aí dentro a configura, escreve as regras, liga os sistemas e percebe quando uma tarefa falhou em silêncio. Numa empresa de 15 ou 40 pessoas sem informática interna, essa pessoa não existe — e é por isso que a maior parte dessas licenças fica a um quinto do uso. O que compras aqui é essa função, já feita.
E se produzirmos mais do que o pacote traz?
Não há fatura variável nem corte de serviço. Se acontecer todos os meses, falamos de subir o pacote — mas dimensionamos com muita folga de propósito, e nenhum cliente chegou perto.
Preciso de compromisso longo?
Contrato de um ano, pago mês a mês. Não é para prender ninguém: o que a agnexus sabe da tua empresa vai crescendo, e três meses não chegam para se ver isso. Aos seis meses revemos o pacote com os números de utilização em cima da mesa.
Se sairmos, ficamos com o quê?
Com os ficheiros, que sempre estiveram nos teus sistemas, e com as competências — o modo como a tua empresa trabalha, posto por escrito. Levas-as. Voltam a ser instruções que a tua equipa segue à mão, que é mais do que tinhas antes de começar.
Quanto trabalho é que isto dá do nosso lado?
No discovery, algumas horas de quem faz o trabalho — é preciso alguém que saiba explicar como as coisas se fazem aí. Depois disso a manutenção é connosco. Escrever e manter as competências não é tarefa da tua equipa.
Porque é que o discovery se paga?
Porque é a parte mais difícil e a que decide se o resto funciona. Mapear o processo, escrever as primeiras competências e ligar as ferramentas é trabalho a sério, e quando é oferecido acaba por ser feito à pressa.